Home
Quem somos
Teatro do Oprimido
América Latina
Oficinas
Espectáculos
Perguntas Frequentes
Link
Pesquisa avançada
Contacte-nos
Língua
ItalianSpanishPortuguês do BrasilEnglish
Body Shop (a Boutique da Carne) PDF Imprimir E-mail
01 de gennaio de 2008

Assisita ao video 

Body Shop é uma peça que fala do fenômeno da trata de mulheres na Europa. Existe um fluxo migratório que vai dos países mais pobres ate os mais ricos, na vertente leste-oeste, e na sul-norte (com procedência basicamente da Africa central). A maioria das mulheres jovens que migram são trazida para organizações criminais que literalmente as compram e as obrigam a prostituir-se com a violência física e psicológica. A Itália é um ponto de chegadas de milhares de mulheres que tem essa vivencia; elas se integram no mercado do sexo que se desenvolve maiormente nas ricas cidade do norte.Os moradores dessas cidades tem atitudes que variam do despreço, condena moralística, indiferença: sempre tem muitas ignorância, voluntaria o não, sobre as vivencia dessa pessoa. De repente são consideradas como objetos.

Body Shop, talvez perturbando, quer informar e empatizar o publico italiano com essa situação. A peça foi criada para adolescentes em parceria com o Centro de Serviços para o Voluntariado de Modena e depois, da estreia do 10 dezembro 2007, continua tendo varias apresentações para aulas do ensino médio.

teatro forum - teatrindifesi - body shop

“Paulatinamente, sem mas necessidade de violência temos aceitado o nosso papel de objetos, estátuas, pinturas. Deixamos atrás as paisagens a que estávamos acostumadas. Aguardávamos pacientemente que chegasse o fim, não importa de que.” (de o filme Terra Promissa)

 

A estrutura do trabalho presentado é formalmente um teatro fórum, embora tenha objetivos uma pouco diferentes da teoria de Boal. Aqui a finalidade do trabalho não é precisamente  solucionar a situação do ponto de vista do oprimido. A encenação nasce para dar a oportunidade a publico de jovens de experimentar sobre eles mesmos as dinâmicas de violência que acontecem sobre esses corpos migrantes. Tem também uma outra matis: a peça quer levantar um questionamento ético sobre ser clientes dessas mulheres, nessa condição de exploração.

Em cada apresentação de Body Shop houveram sempre muitas intervenções no papel das oprimidas como nos roles secundários, gerando muitas discussões, questionamentos e autocriticas.

 Recibemos criticas positivas de alunos e professoras que podem ser lidas no artigo em italiano.

Última Atualização ( 15 de ottobre de 2008 )
< Anterior   Próximo >